sexta-feira, 25 de junho de 2010

O gosto amargo do café na boca- uma vez que bules de café e pó de guaraná se tornam instrumentos de trabalho- entre lapiseiras coloridas de diferentes espessuras, materiais caros, debruçar sobre a prancheta, fazer maquete, ir a reuniões do centro acadêmico, adicionar proporções, medidas, harmonia, intervenções, entre tubos que arrumam confusões ao pegar ônibus lotado, pastas em tamanho A2, pesadas ou não, dependendo da quantidade de livros ou desenhos que se pode carregar, que aproveitam o espaço interno. As lições de arquitetura começam por aí: funcionalidade.
Entre festas, pizzadas, encontros, amigos, volta-se ao gosto amargo do café, ao almoço corrido, ou não almoçado; as horas não dormidas, já que cada minuto de sono se torna extremamente precioso, quando fim de semestre dormir se torna luxo!
Acordar uma da tarde, de férias, com blog novo e perceber que já não consigo me desvincular da arquitetura, ver que já estou com saudades de tudo que ser um estudante pode proporcionar e perceber que fazer o que amamos e achamos lindo não tem preço! Pois como diria Arthur Schopenhauer :"Arquitetura é música petrificada".

Modulor, sistema de sequência de medidas para encontrar harmonia nas composições arquitecturais (Le Corbusier).

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